Os mitos sobre as novas taxas do Pix.

O ano de 2025 começou com novos rumores sobre uma suposta taxação sobre transações via Pix.

O fato foi tão sério, que o Ministro da Fazenda, Fernando Haddad teve que intervir, emitindo um comunicado que tudo não passou de notícias falsas.

O ministro completou que além da falsa notícia sobre a taxa sobre o Pix, as taxas sobre o dólar e sobre animais de estimação também são falsas.

Tudo começou quando vários canais na internet começaram a lançar temas sobre a nova taxa Pix e sobre uma fiscalização sobre o pagamento via Pix, fazendo essa notícia alastrar entre a população.

Segundo a Receita Federal, nunca houve uma nova taxa sobre o Pix e o monitoramento sempre existiu, o que alterou foi a inclusão do Pix no monitoramento, antes era somente feita sobre o Ted e Doc.

Os mitos.

Sobre o monitoramento, foram incluídas algumas regras, mas não implicando em malha fina como os canais da internet estão especulando.

A primeira alteração no monitoramento foi no valor acumulado mensal, que antes era de 2 mil Reais para pessoa física e agora passou a ser 5 mil Reais, e para pessoa Jurídica, passou de 6 mil Reais para 15 mil Reais.

Outra alteração foi a inclusão obrigatória de instituições de pagamento e operadoras de cartão no fornecimento mensal de informações sobre operações financeiras que ultrapassem o limite mensal.

Também não existe nenhuma nova taxa sobre transações via Pix, o que pode acontecer são taxas via Pix da instituição financeira.

A Receita Federal reforça ainda que o sigilo bancário está garantido, então não existe nenhuma fiscalização diretamente para transações via Pix acima de 5 e 15 mil Reais.

Conclusão.

As notícias falsas, conhecidas fake news, tem causado muita desinformação para a população, o caso das falsas notícias sobre taxas e fiscalização sobre o Pix mostra como a mídia pode causar um grande transtorno na sociedade.

Drex, o Real digital.

O Banco Central especula lançar o Real Digital, o Drex, em 2025.

Diferente das criptomoedas, o Drex é centralizado, regulamentado, o que oferece segurança ao mercado financeiro.

Com a inovação da introdução do Drex, o Banco Central espera melhorar o sistema financeiro brasileiro.

A expectativa é que o Drex seja utilizado a princípio por profissionais da área contábil e financeira, e gradativamente pela população em geral.

A ideia é facilitar a vida desses profissionais, facilitando transações de ativos fixos, mercadoria e dívidas com fornecedores.

Outras dúvidas.

Muitas pessoas têm dúvidas sobre as diferenças entre o Pix e o Drex.

As duas tecnologias têm propósitos diferentes, o Pix é o sistema de transferência do Real, já o Drex será o novo dinheiro digital.

A maior preocupação entre os brasileiros é que o Drex será rastreado e bloqueado pelo fisco, o que retira a garantia de privacidade que é garantido pela constituição brasileira.

A preocupação do Banco Central será com a segurança, onde terá que garantir a segurança do ativo contra ataques cibernéticos.

Nesse cenário, o Banco Central ainda terá muitos desafios até ajustar a tecnologia para que seja uma vantajoso para a população e não um problema.

Conclusão.

O Brasil sempre foi referência em tecnologia financeira e contra suas fraudes, com o Drex, o Brasil sai na frente de vários países quando implementar a moeda digital.

Pix parcelado.

Mesmo antes da liberação da modalidade de parcelamento via Pix pelo Banco Central, os bancos já estão oferecendo a modalidade.

Por não estar homologado pelo Banco Central, toda responsabilidade é do banco que está oferecendo o serviço.

Já a Febraban(Federação Brasileira de Bancos) afirma que está acompanhando todo desenvolvimento da modalidade.

A modalidade funciona semelhante ao parcelamento do cartão de crédito, podendo vincular o limite ao cartão de crédito ou relacionar a algum empréstimo oferecido pelo banco.

A maioria dos bancos como Santander, Itaú, Banco do Brasil, entre outros já oferecem o serviço, mas cada banco com sua regulamentação.

Como funciona o Pix parcelado.

Antes de começar a utilizar a modalidade, o cliente precisa contratar uma linha de crédito no banco que vai utilizar o serviço.

Após a liberação da instituição financeira, já é possível fazer a compra parcelada, descontando as parcelas diretamente da conta, o destinatário recebe o valor integral no momento da compra.

A maioria das instituições financeiras estão liberando parcelas de até 24 vezes, e os juros são negociados com cada instituição.

Muito cuidado ao contratar a linha de crédito para não entrar em endividamento como no caso do cartão de crédito.

Outra atenção é além de verificar se o destinatário e o valor estão corretos, é verificar se a modalidade que pretende executar está correta, ou seja, parcelado ou à vista.

Conclusão.

A nova modalidade de parcelamento via Pix é uma forma de adiantar uma compra desde que esteja organizado com os valores das parcelas e não entre em endividamento parecido com a do cartão de crédito.

Fim do Doc e Tec.

Com a chegada do Pix os dias estão contados para as modalidades de transferência bancária Doc e Tec.

Criado em 1985, o Doc ou Documento de Ordem de Crédito deixará de ser oferecido pelos bancos em 2024.

Alguns bancos já antecedem o processo de extinção da modalidade, segundo a Febraban.

O Doc poderá ser utilizado até a data limite das 22 horas do dia 29 de Fevereiro de 2024.

Outra modalidade de transferência que será extinta é o Tec(Transferência Especial de Crédito), utilizado exclusivamente por empresas para pagamento de benefícios aos colaboradores.

Curiosidades.

Diferente do Doc, o Ted(Transferência Eletrônica Disponível) não será extinta e não tem data para isso.

Os boletos também não tem data para serem extintos, inclusive o boleto foi o meio de pagamento mais utilizado, uma média de 4 Bilhões de boletos emitidos no Brasil.

Além disso, os boletos hoje contam com QR code e uma chave Pix como opção de pagamento.

Em 2023 foram feitas 59 milhões de transações via Doc, 1 bilhão via Ted, 4 bilhões via boleto e 24 bilhões via Pix.

Segundo a Febraban, com a modernização e atualização dos meios de pagamentos, não faz sentido manter transações que oferecem menos vantagens que outras.

Conclusão.

Sem dúvidas que modalidades como Doc e Tec seriam extintos com a chegada do Pix, pois não oferecem benefícios como o Pix onde a transação é imediata e em qualquer hora do dia.

Pix.

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Ultimamente muitas mídias falam sobre a nova forma de transferência de dinheiro, o Pix.

Mas você sabe o que é e como vai funcionar o Pix?

Várias dúvidas surgem como: É o fim do Ted e Doc? Quanto vai custar a utilização do Pix? O lojista terá taxas para utilização do pix?

Segundo Banco Central o Pix vai revolucionar as transferências de dinheiro pois não existirão restrições de horários e dias, ou seja, qualquer horário e independente se é feriado ou não poderá ser transferido o dinheiro.

Outra vantagem do Pix é que todo processo levará alguns segundos.

Algumas características do Pix.

No momento o Pix está em fase de cadastro, mas o funcionamento pleno está previsto para 16 de Novembro de 2020.

O maior questionamento dos usuários é sobre a segurança do Pix.

Segundo o Banco Central foi disponibilizado todas as especificações de segurança que todas as instituições financeiras devem utilizar, além de utilizar os mesmos protocolos de segurança do Ted e Doc, foram incluídos criptografias adicionais.

Além de utilização de uma chave que será uma combinação de e-mail, cpf e celular ou uma chave aleatória.

O Pix ainda é um processo novo e poderá apresentar vários problemas, um problema que preocupa muita gente é a fraude e transferência errônea, como a transferência é feita em segundos, o estorno deverá ser solicitado imediatamente.

Conclusão.

Por ser um meio de transferência monetária nova, haverá várias dúvidas e poderá passar por algumas correções que as instituições financeiras deverão corrigir.