O que esperar da economia em 2024?

Feliz 2024 a todos e espero um grande ano para nós na área de investimentos e na saúde que é mais importante ainda.

As previsões dos economistas são boas para 2024, eles acreditam em uma inflação abaixo dos 4% para o final deste ano.

Além disso, eles acreditam em uma cotação do dólar abaixo dos 5 Reais e 1,5% de crescimento econômico.

Essas informações foram retiradas do boletim Focus de Janeiro de 2024, o levantamento conta com mais de 100 instituições financeiras.

A taxa de juros(Selic) também deve ter quedas recorrentes durante 2024, a previsão é uma taxa Selic de 9% até o final do ano.

Resumo.

A estimativa do mercado financeiro para o Produto Interno Bruto(PIB) do Brasil é de um crescimento de 1,52% neste ano.

A taxa de juros(Selic) terá uma redução gradual até o final do ano, podendo chegar até os 9% ao ano, mas tudo dependerá da oscilação da inflação.

A cotação do dólar ainda será uma incógnita como sempre, mas economistas acreditam em uma cotação oscilando na casa dos 5 Reais.

O saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações) para 2024 tem uma projeção de 71 bilhões de Reais, segundo especialistas.

A estimativa para investimentos estrangeiros para esse ano será de 65 bilhões de dólares.

Conclusão.

Apesar de vários conflitos entre ministério da Fazenda, congresso nacional e o partido dos trabalhadores(PT), as previsões para a macroeconomia parecem ser favoráveis ao Brasil.

Economia brasileira 2023 na reta final.

O IBC-Br fez uma prévia sobre o PIB brasileiro e considerou um pequeno encolhimento de 0,6% em média, acreditando em um PIB de 2,5% para 2023.

Economistas mais conservadores acreditam em um PIB de 2%, o que seria uma decepção para o Governo Federal que esperava um PIB acima de 3% para 2023.

Isso tudo se dá devido ao crédito alto, baixo consumo, queda no setor de serviços, inadimplência e claro, as dúvidas sobre as políticas fiscais fizeram com que a economia interna não tivesse um bom ano.

Além disso, na última quarta(22/11/2023), o Ministério da Fazenda informou que o rombo das contas públicas é de 177 bilhões e não de 141 bilhões, que já era uma quantia elevada.

Nesse cenário, dificilmente o Governo federal conseguirá alcançar a meta de zerar o déficit primário, o que aumentará a desconfiança dos investidores.

Outros desafios.

Na última quinta-feira(23/11/2023) foi vetada a desoneração da folha de pagamentos, e agora a medida é válida até 31 de Dezembro deste ano.

Isso foi o suficiente para gerar uma chuva de críticas por parte de entidades patronais e centrais sindicais que não aceitam o fim da desoneração da folha de pagamento.

Adotada desde 2011, a desoneração da folha de pagamentos é um benefício fiscal que substitui a contribuição previdenciária patronal de 20%, incidente sobre a folha de salários, por alíquotas de 1% a 4,5% sobre a receita bruta.

São 17 setores econômicos que serão afetados com o fim da desoneração da folha de pagamento, e segundo empresários dos setores afetados, isso iniciará uma série de demissões durante os próximos anos.

A esperança dos empresários dos setores é que a desoneração da folha de pagamentos seja barrada no congresso nacional.

Conclusão.

O buraco das contas públicas está maior do que imaginamos, e agora o Governo Federal irá fazer de tudo para arrecadar receita através de novas taxas e impostos.

Economia brasileira.

O IBC-BR(Índice de Atividade Econômica do Banco Central), considerando uma prévia do PIB, apresentou um aumento de 0,56% para o mês de Abril de 2023.

No acumulado em 12 meses, o índice de atividade econômica registra alta de 3,43%.

A economia vem dando sinais de crescimento principalmente movido pela força do agronegócio que vem crescendo fortemente.

O dólar também vem apresentando a menor cotação dos últimos anos, fazendo o Real valorizar um pouco.

Além dos bons resultados do PIB, a inflação também apresentou um índice baixo, o que agrada muito a economia brasileira.

Economia e taxa de juros.

O COPOM parece não baixar a taxa de juros na próxima reunião de Junho de 2023, mantendo a Selic em 13,75%.

O mais provável é que a queda na Selic comece a partir de Agosto de 2023.

Apesar de uma grande chance de uma queda de juros a partir de Agosto, não se espera uma queda muito grande, na casa dos 0,25% ou 0,5%.

Ao manter a Selic no patamar que está, irá levantar a fúria do Governo Federal que já pressiona a queda de juros a um bom tempo.

Apesar da taxa de juros alta, a inflação parece estar controlada até o momento.

Conclusão.

A economia brasileira vem apresentando bons resultados neste segundo semestre de 2023, inflação parece controlada, dólar baixando sua cotação, mas ainda precisamos ficar em alerta, pois especialistas dizem que podemos ter surpresas principalmente se houver alguma desestrutura na economia global.

Primeiro trimestre do PIB Brasileiro 2023.

Foi divulgado pelo IBGE os números do primeiro trimestre do PIB(Produto Interno Bruto) do Brasil.

Segundo IBGE o PIB brasileiro teve uma alta, fechando o primeiro tri em 3,3%, em valores seria 2,6 trilhões de Reais.

Foi uma surpresa para os analistas que estavam esperando números um pouco menores.

Comparando com PIB do primeiro trimestre de 2022, o crescimento foi de 4%.

A notícia vem em boa hora, pois já anima a economia a realizar algumas mudanças como a queda da taxa de juros.

O que levou ao crescimento do PIB?

O resultado foi puxado principalmente pelo setor do agronegócio, onde tivemos o melhor produção anual dos últimos 26 anos, um crescimento de 21,6% no período.

O setor de serviços também ajudou a impulsionar o crescimento do PIB brasileiro, tendo um crescimento de 0,6% principalmente no setor de transporte e finanças.

Já o setor industrial teve uma pequena queda de -0,1%, sendo os principais setores de construção e indústria de transformação.

Nesse cenário as estimativas para o crescimento da economia brasileira passou de 1,2% para 1,26% segundo uma pesquisa da Focus do Banco Central.

Ainda segundo a Austin Rating, o PIB brasileiro ocupou a quarta posição entre 48 países que já divulgaram os seus resultados em 2023.

Conclusão.

Apesar dos números positivos, o fato de somente o agronegócio impulsionar o PIB brasileiro e o setor de indústria ter um resultado ruim deixa uma certa dúvida se não precisamos investir mais em outros setores.

PIB 2023.

O PIB brasileiro no quarto trimestre de 2022 foi uma surpresa, apesar da queda tivemos um crescimento de 2,9% segundo último registro.

O presidente Lula diz que o país não cresceu tanto e culpa a taxa de juros como maior ofensor da economia.

Enquanto isso, o PIB vem desacelerando mês a mês, levando o país a uma recessão.

Com tudo isso, o Governo Federal já começa a pressionar o Banco Central a baixar a taxa de juros.

Mesmo com o aumento dos gastos e ajustes fiscais, o governo terá um grande trabalho para reverter a situação.

Finanças.

Como ficam as nossas finanças com esse cenário nada otimista?

A renda fixa é a que mais está em jogo nesse momento, com o governo pressionando o banco central para baixar os juros.

Os financiamentos ficaram mais caros devido a taxa de juros alto e os bancos ficaram mais criteriosos para emprestar dinheiro devido ao caso da Americanas.

Com o aumento dos combustíveis, logo veremos um aumento na inflação que irá aumentar os preços principalmente do setor varejista.

A renda variável ainda anda na horizontal seguindo algumas quedas, o que pode ser favorável para quem investe a longo prazo e quer subir suas posições.

Conclusão.

Como em outros mandatos, esse governo parece que não quer segurar os gastos internos, o que é um alerta para aumento de taxas para cobrir os gastos públicos.

Previsão para economia 2022.

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Segundo especialistas em economia, as previsões para economia brasileira 2022 não são muito boas.

O PIB do segundo trimestre caiu 0,4% e o do terceiro trimestre caiu 0,1%.

Tecnicamente, o País entra em recessão quando o PIB cai por 2 trimestres consecutivos.

Para 2022 os problemas devem ser os mesmos, desemprego alto, juros alto, inflação alta e dólar alto.

Para o ano corrente, foi evidente um ano ruim com vendas abaixo do esperado, isso ficou claro com a baixa venda na Black Friday.

Cenário pessimista.

Segundo especialistas, alguns pontos devem desacelerar a economia em 2022.

Entre os pontos que desaceleraram a economia, os economistas elencaram 3: Inflação, Juros e Dólar.

Inflação, especialistas acham que a inflação cairá um pouco, mas ainda continuará alta em 2022, isso fará com que os preços continuem aumentando.

Juros, os juros continuarão altos, o que pode ser ruim pois o financiamento fica caro e as empresas crescem menos, por outro lado, juros altos podem atrair capital estrangeiro para investimento em renda fixa, baixando o câmbio do dólar. Outro ponto positivo, os juros altos forçam a redução da inflação.

Dólar, a inflação é global, e isso aumentou o câmbio do dólar, mas o Brasil é mais prejudicado, pois as matérias primas como grãos, metais e petróleo são cotados em dólar.

Conclusão.

As expectativas para a economia brasileira de 2022 não são boas e podemos continuar em recessão, com mais desemprego e baixas vendas.

Raio x da economia brasileira 2021.

Os brasileiros estavam ansiosos para acabar o ano de 2020.
O ano de 2020 foi péssimo, o Covid-19 fez com que os comércios e indústrias tivessem um prejuízo gigantesco.
Esse prejuízo fez o PIB brasileiro cair 4%, fazendo um grande estrago.
Mas economistas já fazem uma previsão de um aumento de 4% no PIB brasileiro para 2021, zerando o déficit de 2020.
Além disso, existe uma previsão de fechar 2022 com um PIB positivo de 2%.

Perspetiva para 2021.

O segundo semestre de 2021 está sendo bem promissor com o aumento da Selic, investidores estrangeiros estão voltando a investir no Brasil.
Isso é visível quando olhamos o câmbio do dólar que estabilizou e até deu algumas quedas, sinal da entrada de capital estrangeiro.
Outro ponto é a vacinação que está bem avançada, o que vai ajudar a economia brasileira voltar a girar.
Os pontos negativos que podem afetar a economia são a crise hídrica e os conflitos políticos.
Apesar de todo esse cenário conturbado, as chances de um crescimento brasileiro são otimistas.

Conclusão.

Com a vacinação em massa e a elevação da Selic, o cenário da economia brasileira pode ser bem favorável ao crescimento do PIB.