O caos na economia americana.

No último sábado(30/09/2023) o congresso dos Estado Unidos quase entrou em paralisação por um impasse a respeito do teto de gastos.

Na última horas o presidente Joe Biden assinou um projeto de lei que evita a paralisação até novembro de 2023.

Se isso não bastasse, trabalhadores das maiores montadoras de carro iniciaram uma grande greve, uma das maiores dos últimos 25 anos.

Outro problema são as maiores taxas de juros dos últimos 22 anos, uma taxa de juros de 5,5% ao ano.

Para atingir a meta da inflação de 2%, o Fed(Banco Central americano) tem elevado a taxa de juros para esse objetivo.

Impacto no Brasil.

Com impactos econômicos na maior potência do mundo, os efeitos negativos chegarão em outras partes do mundo, inclusive o Brasil.

Com a taxa de juros americana alta, investidores irão migrar seus investimentos do Brasil para os EUA, buscando investimentos mais seguros com altos juros.

Com isso, a queda na bolsa de valores brasileira será inevitável.

A desvalorização do Real frente ao Dólar fará a cotação do dólar aumentar também.

Todo esse impacto pode trazer uma desaceleração econômica no Brasil e no resto do mundo.

Conclusão.

Com os EUA tendo esses impactos em sua economia, provavelmente trarão alguns impactos para o Brasil, como elevação da taxa de juros, da inflação e da cotação do Dólar.

Resumo semanal da economia.

Semana agitada para economia brasileira e talvez mais ainda para a China e Estados Unidos neste final de Agosto de 2023.

A China vem com problemas econômicos com a queda nas suas exportações e boicotes a suas empresas devido ao apoio que a China vem dando à Rússia.

Com a China com problemas econômicos, o Brasil terá uma redução nas suas exportações também, pois a China poderá cortar boa parte das importações de carne, soja e minério de ferro.

Outro impacto foi o combustível que teve um aumento significativo que pode impactar na inflação dos próximos meses.

A bolsa de valores de São Paulo, a B3, não teve um bom desempenho, ficando abaixo dos 116 mil pontos e o dólar ainda oscilando e quase chegando à cotação dos 5 reais.

O que vem por aí?

Os países do bloco do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) se reuniram nesta semana na África do Sul e importantes decisões foram tomadas.

Uma das principais decisões tomadas foi o aumento do Bloco Econômico, que a partir de janeiro vai contar ainda com Arábia Saudita, Argentina, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia e Irã.

O lado positivo disso é que a China está dentro do bloco e isso pode favorecer as exportações brasileiras.

O lado negativo é a parceria com países ditadores que fazem parte do bloco, o que pode ser muito ruim para o Brasil nesse momento.

Se não bastasse tais eventos, os juros americano estão altos e poderá aumentar, o que pode refletir aqui fazendo os juros estacionar ou até voltar a aumentar.

Conclusão.

A economia global está oscilando muito, países com dificuldade de manter a inflação em patamares estáveis, além de problemas de importação e exportação devido a guerra entre Rússia e Ucrânia.

Queda do dólar.

Na última sexta-feira(09/6/2023) tivemos uma queda na cotação do dólar.

O dólar ficou abaixo dos R$4,90, fechando a cotação em R$4,87, uma queda de 0,97%.

Esta é a menor cotação de fechamento desde 7 de junho de 2022, quando encerrou a R$4,87.

Um dos principais motivos foram os números negativos na economia chinesa, o que favorece o mercado de commodities do Brasil.

Outro ponto foi a valorização do Real diante de um PIB positivo do primeiro trimestre, uma pequena queda na inflação e uma possibilidade de uma queda na taxa de juros.

Investimentos.

A B3, bolsa de valores de São Paulo, reagiu positivamente com a alta do dólar, subindo seu índice para 117 mil pontos.

A alta da bolsa foi de 1,33% e 3,69% na semana, sendo a sexta alta consecutiva.

Já a renda fixa pode ter seu rendimento mais baixo nos próximos meses devido a possibilidade de uma queda na taxa de juros.

Nesse cenário, pode ser que contratar títulos de renda fixa com juros prefixados seja uma boa opção no momento.

Além dos tradicionais CDB, LCA e LCI, existem opções de tesouro direto prefixados em 11% que podem ser ótimas opções.

Conclusão.

A economia brasileira parece dar sinais positivos que estamos indo bem esse ano de 2023, isso é muito bom visto que muitos países não têm progredido muito este ano economicamente.

Moeda única Mercosul.

O encontro do presidente Lula com o presidente da Argentina Alberto Fernández em Buenos Aires trouxe um fato que deixou os brasileiros preocupados.

O fato foi o estudo de uma criação de uma moeda única entre os dois países.

A criação da moeda deixou os brasileiros mais preocupados devido ao depoimento do ministro da fazenda Fernando Haddad dias antes confirmar que a moeda não seria criada, e dias depois o presidente Lula muda esse depoimento.

A moeda única não é viável pois as diferenças econômicas são grandes, a inflação no Brasil é de menos de 10% e a da Argentina é de 95%.

Além disso, qualquer problema na economia do país, o outro país teria que sustentar esse problema, e hoje o Brasil não está preparado para isso.

Moeda Sur.

A princípio a moeda única será batizada de Sur, mas aparentemente não seria uma moeda única como acontece na zona do Euro.

Uma moeda como Euro levaria anos para ser implementada, além de um banco central que controle a moeda entre os países, e aparentemente não seria a ideia do Governo Federal.

Nada muda na moeda corrente dos países, Real e Peso argentino continuam em circulação, e seria criado uma unidade monetária em comum entre os dois países.

Essa unidade monetária seria utilizada para transações monetárias entre os dois países para substituir o dólar.

Apesar dos estudos ainda estarem no início, a ideia não faz muito sentido e parece que irá trazer mais complicações do que vantagens.

Conclusão.

Ainda estamos no começo dessa proposta de moeda única, mas esperamos que não seja prejudicial para o Brasil, pois ainda temos muitos estados e cidades que precisam de ajuda.

Queda do Dólar.

Essa semana(27/Maio/2022) o dólar teve a sua terceira queda consecutiva na taxa de câmbio.

A queda do dólar nesta sexta-feira foi de 0,48% e nessa semana foi de 2,77%, fechando em R$4,72.

Com os temores de uma crise global por conta de inflações altas, a moeda americana reagiu rapidamente aqui no Brasil.

Outro fator, foi a decisão do FED de desacelerar a taxa de juros americana, o que diminui investimentos em renda fixa no país.

Comparado com a maioria dos países, o Brasil teve a melhor performance de valorização da moeda corrente.

Investimentos.

No cenário brasileiro, com a taxa de juros alta e a taxa de câmbio do dólar relativamente alta, o número de investimentos estrangeiros vai aumentar.

A bolsa de valores provavelmente vai ter uma valorização, podendo chegar aos 120 mil pontos, o que seria ótimo para os investidores.

O dólar ainda vai continuar oscilando devido as prévias das eleições que vão acontecer, além das crises globais.

Essa oscilação pode deixar investimentos baseados em dólar mais emocionante.

A privatização da Eletrobrás pode atrair ainda mais investimentos estrangeiros, o que pode deixar a taxa do dólar ainda mais imprevisível.

Conclusão.

Aqui no Brasil, independente da taxa de câmbio do dólar, investir em renda fixa é a melhor opção para uma capitalização segura, aproveitando esse momento de taxa de juros altos.

Desafios para o próximo Presidente.

O ano de 2022 é ano eleitoral e teremos que eleger o próximo Presidente da República.

Independente de quem seja eleito, os desafios para o Presidente eleito serão grandes.

Além dos problemas econômicos, ainda terá que lidar com possíveis problemas relacionados ao conflito entre Rússia e Ucrânia.

Problemas fiscais, taxa de câmbio, combustível, entre outros, serão os desafios do Presidente eleito.

Outro ponto que o Presidente terá que lidar é com o provável baixo crescimento do PIB.

Desafios para 2023.

Com a taxa de juros alta, provavelmente em 12% ao ano, o presidente eleito terá que lidar com o baixo crescimento do país.

Outro ponto será o câmbio do Dólar sobre o Real, que deve ser equilibrado para não quebrar a balança comercial.

O conflito entre Rússia e Ucrânia, mesmo que seja finalizado em 2022, ainda trará problemas para os próximos anos.

A inflação ainda será uma incógnita, pois tudo dependerá de fatores como preço do petróleo, taxa de juros e câmbio do Dólar.

Os commodities também serão um grande desafio, pois a maior parte deles dependem de variáveis como fertilizantes, clima, política, Dólar, entre outros fatores.

Conclusão.

Ainda é cedo para tirar conclusões sobre os desafios para o próximo Presidente, mas é fato que serão grandes.

Queda do Dólar.

Essa semana(25/3/2022) tivemos mais uma queda no dólar, a maior queda desde 2020.

A valorização do Real foi de 1,75%, com a cotação do Dólar chegando a R$ 4,75.

Apesar das sequências de queda na cotação, especialistas afirmam que a cotação logo voltará aos 5 Reais novamente até o final de 2022.

Mas qual seria o motivo da valorização do Real frente ao Dólar?

O principal motivo seria a nossa taxa de juros alta que vem atraindo capital estrangeiro para a economia brasileira.

Hora de comprar dólares?

Pode ser uma oportunidade de compra da moeda americana para quem pretende viajar, mas o ideal é comprar em partes para garantir.

Para quem quer comprar dólar para ter um hedge, pode ser o momento também.

Mas acredito que devemos ficar atentos para as rendas variáveis que podem começar a subir o valor.

Investimentos em renda fixa são as melhores opções de investimentos no momento, uma vez que as projeções da Selic são de 12% até o fim de 2022.

Investimentos em dólar podem ser uma oportunidade agora, mas deve ser feita com cautela pois o dólar pode oscilar ainda.

Conclusão.

Parece que a economia está estabilizando com a taxa de juros mais alta, fazendo o Real valorizar sobre o dólar, mas ainda teremos um impacto no crescimento econômico devido ao alto valor dos financiamentos para empresas.