Azure iot.

A Azure oferece um grande leque de soluções para resolver determinados problemas.

Uma delas é o conjunto de soluções para iot ou internet das coisas em português.

O iot é uma tecnologia que liga qualquer dispositivo que permita uma conexão com a internet e um módulo que possibilite uma programação.

Um exemplo, seria implantar sensores que verificam a temperatura de um refrigerador e envie informações sobre a temperatura pela internet e receber essas informações em um celular ou em um servidor.

Com base nisso, a Azure oferece uma série de soluções para resolver esses propósitos.

Soluções Azure iot.

A Azure oferece hoje 3 formas de integrar dispositivos iot a nuvem: Azure iot hub, Azure central e Azure Sphere. O Azure iot hub é um serviço PAAS, o Azure Central uma solução SAAS e o Azure Sphere é um conjunto de soluções. Azure iot hub: é um serviço que oferece um hub de comunicação entre dispositivos iot e a nuvem através de protocolos https, mqtt ou amqp.

Azure central: é uma solução SAAS onde facilita o usuário a integrar dispositivos iot a nuvem através de uma série de modelos prontos para diversos segmentos.

Azure Sphere: é uma solução completa, onde a experiência do usuário consegue integrar MCU Azure Sphere(Unidades microcontroladoras Azure) a diversos serviços de comunicações e segurança Azure Sphere.

Conclusão.

Com a expansão da comunicação entre os mais diversos dispositivos eletrônicos, a Azure não pode ficar para trás, oferecendo algumas opções de integração iot/nuvem, de uma forma bem simples até uma solução mais completa com dispositivos próprios.

Cloud computing.

Cloud computing ou Computação nas nuvens é uma tecnologia que ajuda empresas que não querem investir em equipamentos para data center físico.

Hoje existem várias empresas que oferecem serviços de computação nas nuvens como Azure da Microsoft, AWS da Amazon, Openshift da Red Hat, entre outras.

Com a facilidade e velocidade do tráfego de dados, hoje, sem dúvida é mais vantajoso contratar um serviço de computação nas nuvens.

As principais vantagens são que não é necessário investir capital em um equipamento caro que deprecia rapidamente e a possibilidade de pagar somente pelo uso do serviço, se não está usando, não é necessário pagar.

Além da economia financeira, existem outros pontos que fazem a computação nas nuvens ser vantajosa que vão além da segurança até a flexibilização dos serviços oferecidos.

Algumas vantagens técnicas.

A alta disponibilidade oferecida pela computação na nuvem é uma garantia de que o serviço e equipamentos terão baixa frequência a falhas, garantindo que o serviço fique no ar sem interrupções. Uma escalabilidade, oferecendo a possibilidade de aumentar ou diminuir número de poder computacional como CPU e memória Ram a qualquer momento, também chamado de escalabilidade vertical. Também é possível uma escalabilidade horizontal, aumentando números de instâncias da aplicação. A elasticidade é uma das capacidades da computação nas nuvens, onde é possível configurar as aplicações se auto escalarem. A computação nas nuvens tem uma alta capacidade de provisionar e publicar serviços e aplicações em minutos ou até segundos, essa capacidade também é chamada de Agility. Também oferece uma capacidade de Disaster Recovery, onde a aplicação é restaurada rapidamente em caso de uma simples queda de energia, rede, falha no equipamento até um desastre como terremoto, incêndio no data center, conflito políticos, mas cada recuperação de falha vai depender do modelo contratado.

Conclusão.

Está claro que é muito vantajoso contratar um serviço de computação nas nuvens, as vantagens vão de economia, equipamentos sempre atualizados, pagamento por demanda, segurança, flexibilidade, entre outros.

Zonas e Regiões de disponibilidade Azure.

A Azure disponibiliza uma capacidade de disponibilidade de seus serviços de forma a entregar resiliência e confiabilidade nos seus produtos.

O que tudo isso quer dizer na prática?

Ao utilizar serviços Azure, a Microsoft garante um percentual de disponibilidade das suas aplicações dependendo da escolha de redundância, em outras palavras, mesmo que sua aplicação caia por qualquer motivo, ela não ficará mais que alguns segundos fora do ar.

O tempo de recuperação da aplicação ou serviço vai depender do tipo de redundância que escolher, que podem ser: Redundância Local, Redundância de Zonas e Redundância Regional.

Para cada tipo de contratação de redundância terá um custo diferente, quanto maior o tempo de disponibilidade/recuperação maior o custo.

Definindo cada redundância Azure.

A primeira opção que teremos é sem a contratação de redundância, a Single VM, onde teremos uma única instância do serviços, mas mesmo que a instância caia ela é recuperada rapidamente, sendo um SLA de 99,9% ao ano.

A segunda opção seria a Redundância Local ou Availability Set, onde teremos dentro de um mesmo data center 2 instâncias do serviços em racks separados, assim, mesmo que uma instância caia, teremos outra funcionando, essa modalidade tem um SLA de 99,95% ao ano.

A terceira opção é a Redundância por zona ou Availability zone, onde teremos instâncias espelhadas em “n” data centers de uma mesma zona de atuação, se um data center cair, ainda teremos outro data center disponível, essa modalidade tem um SLA de 99,99% ao ano.

A última opção é uma Redundância por região, onde teremos instâncias espelhadas em “n” data centers e em outra região separada por 300 milhas de distância, ou seja, se uma região por qualquer motivo seja por falta de energia ou queda de rede, ainda teremos a disponibilidade do serviço atendendo em outra região, essa modalidade entrega um SLA quase zero por ano.

Verificando a necessidade de disponibilidade da sua aplicação fica a cargo do Devops escolher qual a melhor modalidade solicitar.

Conclusão.

Fica claro que os serviços nas nuvens Azure são bem seguras e confiáveis, entregando um SLA muito próximo do zero, fica a cargo do cliente escolher o melhor custo benefício de redundância adotar.

Microsoft Az 900.

Essa semana comecei uma jornada de estudo para a prova Az 900 da Microsoft.

A prova Az 900 comprova nossos conhecimentos nos fundamentos da plataforma Azure.

O conteúdo da prova é extenso e muda constantemente o formato da prova, precisando acertar 70% da prova para ser aprovado.

Estou dedicando 2 horas por dia nos estudos e vou aproveitar os meus notes para publicar alguns resumos.

Essa semana estudei um pouco sobre a macro arquitetura Azure.

Arquitetura Azure.

A arquitetura Azure é baseada em uma estrutura de alguns componentes: Gerenciador de grupos, assinaturas, grupos de recursos e recursos.

Gerenciador de grupos fica no topo da hierarquia, gerenciando todas as assinaturas e grupos de recursos, controlando permissões, acessos e conformidades.

Assinaturas gerenciam as contas, determinam a quantidade de cotas de recursos disponíveis e controlam os custos da fatura mensal.

Grupos de recursos são contêineres que agrupam diversos recursos oferecidos pela Azure.

Recursos são todos os serviços ou unidades que podemos criar dentro da plataforma como storages, máquinas virtuais, redes virtuais, banco de dados, aplicativos, entre outros.

Conclusão.

A macro arquitetura Azure oferece uma cadeia de componentes aninhados e organizados hierarquicamente, cada componente gerenciando suas responsabilidades isoladamente.

Saas, Paas e Iaas.

Saas, Paas e Iaas, você sabe o que é e a diferença entre eles?

Todas essas “sopas de letrinhas” são acrônimos para serviços na nuvem ou o famoso cloud computing.

Traduzindo os termos IaaS, PaaS e SaaS ou Infraestrutura como Serviço, Plataforma como Serviço e Software como Serviço, respectivamente.

Apesar de praticar modalidades diferentes, eles compartilham o mesmo conceito de computação na nuvem.

Hoje a internet está mais acessível para a maioria da população e com o valor dos dados cada vez mais barato, a computação na nuvem está mais requisitada.

Definição.

SaaS ou Software as a Service talvez seja o mais conhecido dos serviços. O SaaS basicamente entrega para o usuário final o software propriamente dito, onde não existe a necessidade de instalação fisicamente, utilizando diretamente via web. Exemplos como Google drive, gmail, dropbox, draw io, entre outros. PaaS ou Platform as a Service é uma modalidade voltada para usuários que precisam entregar sistemas web mas não querem se preocupar com a infraestrutura. Por ser uma modalidade mais dedicada à implantação de softwares, é necessário um conhecimento técnico. Exemplos Heroku, Google app engine, Oracle Cloud Platform, Azure, entre outros. IaaS ou Infrastructure as a Service é uma modalidade voltada para um usuário que procura utilizar uma infraestrutura computacional alocando por demanda poder de processamento, memória, rede, tipo de servidor e sistemas operacionais. É uma modalidade que necessita um certo conhecimento técnico em infraestrutura computacional, podendo customizar o ambiente conforme sua necessidade. Exemplo Azure, Oracle Cloud Infrastructure, Ibm Cloud, AWS, entre outros.

Conclusão.

Com o valor dos dados ficando cada vez mais barato, o uso de serviços computacionais ficam cada vez mais interessante de utilizar devido a redução do valor cobrado.