Pix parcelado.

Mesmo antes da liberação da modalidade de parcelamento via Pix pelo Banco Central, os bancos já estão oferecendo a modalidade.

Por não estar homologado pelo Banco Central, toda responsabilidade é do banco que está oferecendo o serviço.

Já a Febraban(Federação Brasileira de Bancos) afirma que está acompanhando todo desenvolvimento da modalidade.

A modalidade funciona semelhante ao parcelamento do cartão de crédito, podendo vincular o limite ao cartão de crédito ou relacionar a algum empréstimo oferecido pelo banco.

A maioria dos bancos como Santander, Itaú, Banco do Brasil, entre outros já oferecem o serviço, mas cada banco com sua regulamentação.

Como funciona o Pix parcelado.

Antes de começar a utilizar a modalidade, o cliente precisa contratar uma linha de crédito no banco que vai utilizar o serviço.

Após a liberação da instituição financeira, já é possível fazer a compra parcelada, descontando as parcelas diretamente da conta, o destinatário recebe o valor integral no momento da compra.

A maioria das instituições financeiras estão liberando parcelas de até 24 vezes, e os juros são negociados com cada instituição.

Muito cuidado ao contratar a linha de crédito para não entrar em endividamento como no caso do cartão de crédito.

Outra atenção é além de verificar se o destinatário e o valor estão corretos, é verificar se a modalidade que pretende executar está correta, ou seja, parcelado ou à vista.

Conclusão.

A nova modalidade de parcelamento via Pix é uma forma de adiantar uma compra desde que esteja organizado com os valores das parcelas e não entre em endividamento parecido com a do cartão de crédito.

Crise bancária mundial.

No início de 2023 especialistas econômicos estavam bem otimistas sobre o crescimento econômico mundial.

Isso tudo mudou quando a crise do setor bancário iniciou a quebra de alguns grandes bancos, levando os especialistas a repensarem no assunto.

Além do Silicon Valley Bank e do Signature Bank, agora a compra do Credit Suisse pelo rival UBS leva os investidores a questionar sobre a confiança nas instituições financeiras.

Toda essa névoa leva a crer que a inflação global ainda vai aumentar, levando a um aumento na taxa de juros para controlar o aumento da inflação.

A diferença entre a crise atual e a crise de 2008 é que os bancos não tinham dinheiro em 2008 e na crise atual os bancos têm dinheiro, mas estão mais criteriosos para emprestar com temor de um possível calote.

Investimentos.

Os investidores provavelmente estão se questionando qual percentual investir entre investimentos conservadores e agressivos.

Com a taxa de juros alta e uma leve recessão, investimentos mais conservador deve ser o maior aporte dos investidores.

Mas tudo pode ser modulado durante os meses se a inflação aumentar ou diminuir, levando a taxas de juros menores ou maiores.

Do outro lado, os bancos estão mantendo caixa para algum imprevisto, aumentando a dificuldade de empréstimos para pessoas físicas e jurídicas.

No cenário brasileiro, as incertezas política econômica como a briga entre o banco central e governo federal leva a mais dúvidas entre os investidores, principalmente investidores estrangeiros.

Conclusão.

A crise financeira dos bancos podem levar a um colapso se mais uma instituição financeira quebrar, o que pode levar a uma maior desconfiança entre os investidores sobre o motor financeiro.