Varejo e Selic.

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Mesmo com a inflação teoricamente baixa, as vendas de Dezembro foram bem baixas, levando o varejo para baixo.

A taxa de juros(Selic) baixa que deveria ser o fator relevante para aumentar as vendas não influenciaram em absolutamente nada no varejo.

Muito pelo contrário, houve muita reclamação por parte da população sobre o aumento principalmente dos alimentos e do gás que aumentou muito.

Com o anúncio de prorrogação do auxílio emergencial de R$ 250,00 até Junho, a situação econômica brasileira ficará complicada.

Com a inflação(IPCA) em 4,52% fica muito claro que esse percentual baixo não é devido a queda dos preços, mas sim pelo baixo número de vendas no varejo.

Como fica a Selic nesse cenário?

Com esse cenário econômico é quase impossível que haja outra queda na Selic, o mais provável é um pequeno aumento.

Especialistas econômicos já preveem um aumento de 0,25% já para o mês de Março, elevando a Selic para 2,25%.

Essas pequenas elevações na taxa de juros devem levar até o final de 2021 a uma taxa de juros na casa dos 4% a 4,5%.

A elevação da taxa de juros pode animar os investidores estrangeiros e subir as compras dos ativos brasileiros fazendo a bolsa de valores brasileira subir.

A Selic na casa dos 5% já deixa mais confortável investir na renda fixa, mas a inflação(IPCA) não pode elevar junto para ter um lucro real justo.

Conclusão.

Tudo leva a pensar que a Selic vai ter uma pequena elevação, a preocupação agora é com a prorrogação do auxílio emergencial, pois o caixa do governo Federal não está em dia e provavelmente acontecerá alterações na área fiscal, aumentando a tributação dos brasileiros.

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